AMO essa música... Melodia, Letra, tudo!
It's late in the night, dancing is done
The music has died, you're ready to run
But you don't have a clue, this party hasn't ended yet
Not for me and you, now you're just pretending
You're hiding from yourself,
Yes you are, yes you are
Like golden rays of sun in the cloud
We're meant to be one, I know we are
If I am the sky, then you are my star
Hey you don't have a clue, this party never ended
Not for me and you, I know you're just pretending
You're hiding from yourself,
Yes you are, yes you are
Like golden rays of sun in the cloud
I will make you see
Haven't you got, haven't you got it yet?
Just lay down for a while, next to me
Didn't mean to make you panic, didn't mean to put you off
Baby it's the way that you've got me
I listen to my heart and it takes you high
And you ask me how, can I show you how?
I need your love right now, now, now.
Oh, oh.
segunda-feira, 8 de junho de 2009
domingo, 7 de junho de 2009
Essa coisa de dois...
Tô em um daqueles dias que acho que tenho muito a escrever e, ao mesmo tempo, me faltam as palavras... Uma vez li num poema no ônibus que o silêncio é a presença de todas as palavras, e creio que seja por isso que o que me é claro me foge à boca agora. Só sei que é doido como uma pessoa dá a dimensão que quer às interpretações sobre o outro. Se segura em informações pequenas e as acaba transformando no "problema da vida dela". E é mais doido ainda como muitas vezes pautamos nossos pensamentos no que achamos, sem irmos às vias de fato para compreendermos se nossa lógica de raciocínio está certa.
As palavras me fogem por saber de más interpretações da minha parte frente a algumas atitudes. Sinais errados que via antigamente e que, mesmo não os vendo mais há um bom tempo, eles são colocados à exposição como se ainda fossem um pensamento meu. Provavelmente as palavras me faltam por me sentir incompreendida. Por perceber que alguns de meus pensamentos/"gostares"/ações acabaram sendo apontados como coisas fúteis e egoísta da minha parte. Justo eu, a pessoa que tem como IMENSO defeito pensar mais nos outros que em mim... Que tenta viver a vida de uma forma meio Pollyanna, não fugindo dos meus problemas, mas não querendo que eles dominem a minha vida, as coisas que verdadeiramente me fazem sentido.
Tá na hora de corrigir isso.
Na marra.
Como tirar um esparadrapo.
É, imenso defeito meu querer tentar ser feliz.
As palavras me fogem por saber de más interpretações da minha parte frente a algumas atitudes. Sinais errados que via antigamente e que, mesmo não os vendo mais há um bom tempo, eles são colocados à exposição como se ainda fossem um pensamento meu. Provavelmente as palavras me faltam por me sentir incompreendida. Por perceber que alguns de meus pensamentos/"gostares"/ações acabaram sendo apontados como coisas fúteis e egoísta da minha parte. Justo eu, a pessoa que tem como IMENSO defeito pensar mais nos outros que em mim... Que tenta viver a vida de uma forma meio Pollyanna, não fugindo dos meus problemas, mas não querendo que eles dominem a minha vida, as coisas que verdadeiramente me fazem sentido.
Tá na hora de corrigir isso.
Na marra.
Como tirar um esparadrapo.
É, imenso defeito meu querer tentar ser feliz.
sexta-feira, 22 de maio de 2009
Devaneios sobre a solidão (título by Lu)
Carolina diz (21:41):
e, se te consola, já muito me indaguei sobre a vida de um peixe
hahahaahhaahahaha
lu diz (21:41):
ahahah
ufa
nao sou so eu!
rsrsrs
Carolina diz (21:41):
não mesmo
tu acha que não penso pq um ser passa a vida num aquário?
Carolina diz (21:42):
pior é que ele não é um peixe de convívio em grupo
um macho mata o outro
lu diz (21:42):
pois é, isso que acho mais bizarro
e nao fica chateado de ficar sozinho
rsrsr
Carolina diz (21:44):
psé
mas talvez seja até pra nos ensinar que nessa vida sempre estamos sozinhos, por mais gente que tenhamos ao redor
Carolina diz (21:45):
os conflitos sao nossos, não dos outros
ou a gente se "suporta" na solidão, ou as coisas perdem o sentido
nossa
fui profunda again
hahahahahahaah
lu diz (21:47):
nossa
leu num livro?
rsrsrs
mas é bem verdade isso mesmo.
se a gente consegue ficar em silencio com a gente mesmo, sem fugas, que bom, pq dai sim está tudo bem
Carolina diz (21:48):
psé... quanto mais a gente corre do nosso rabo, mais o alcançamos
e o peixe tá ali...
paradinho
solito
na dele
na boa
em paz
por mais bizarra que a solidão nos pareça
pq nos acostumamos com o outro no entorno
que temos que ter o outro pra sermos felizes
Carolina diz (21:49):
que só existe felicidade sem solidão
e não equilibramos as coisas...
não nos ligamos que os dois lados são demais necessários
lu diz (21:50):
puxa carol
isso da um post
rsrsrsrs
lu diz (21:51):
Devaneios sobre a solidão
By Carol
rsrs
Carolina diz (21:51):
hauhauhauahauahauahauahua
tá, vou colar a coisa na íntegra no meu blog
HAUAHUAHAUAHAUAH
[Post rápido com a promessa de que farei um texto mais bonitinho... Mas é que esse livro sobre a construção do corpo a partir do surgimento da Ginástica Francesa no século XIX só me olha! haahahahha!]
e, se te consola, já muito me indaguei sobre a vida de um peixe
hahahaahhaahahaha
lu diz (21:41):
ahahah
ufa
nao sou so eu!
rsrsrs
Carolina diz (21:41):
não mesmo
tu acha que não penso pq um ser passa a vida num aquário?
Carolina diz (21:42):
pior é que ele não é um peixe de convívio em grupo
um macho mata o outro
lu diz (21:42):
pois é, isso que acho mais bizarro
e nao fica chateado de ficar sozinho
rsrsr
Carolina diz (21:44):
psé
mas talvez seja até pra nos ensinar que nessa vida sempre estamos sozinhos, por mais gente que tenhamos ao redor
Carolina diz (21:45):
os conflitos sao nossos, não dos outros
ou a gente se "suporta" na solidão, ou as coisas perdem o sentido
nossa
fui profunda again
hahahahahahaah
lu diz (21:47):
nossa
leu num livro?
rsrsrs
mas é bem verdade isso mesmo.
se a gente consegue ficar em silencio com a gente mesmo, sem fugas, que bom, pq dai sim está tudo bem
Carolina diz (21:48):
psé... quanto mais a gente corre do nosso rabo, mais o alcançamos
e o peixe tá ali...
paradinho
solito
na dele
na boa
em paz
por mais bizarra que a solidão nos pareça
pq nos acostumamos com o outro no entorno
que temos que ter o outro pra sermos felizes
Carolina diz (21:49):
que só existe felicidade sem solidão
e não equilibramos as coisas...
não nos ligamos que os dois lados são demais necessários
lu diz (21:50):
puxa carol
isso da um post
rsrsrsrs
lu diz (21:51):
Devaneios sobre a solidão
By Carol
rsrs
Carolina diz (21:51):
hauhauhauahauahauahauahua
tá, vou colar a coisa na íntegra no meu blog
HAUAHUAHAUAHAUAH
[Post rápido com a promessa de que farei um texto mais bonitinho... Mas é que esse livro sobre a construção do corpo a partir do surgimento da Ginástica Francesa no século XIX só me olha! haahahahha!]
domingo, 17 de maio de 2009
E voltou, então, à raposa:
- Adeus, disse ele...
- Adeus, disse a raposa. Eis o meu segredo. É muito simples: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível para os olhos.
- O essencial é invisível para os olhos, repetiu o principezinho, a fim de se lembrar.
- Foi o tempo que perdeste com tua rosa que fez tua rosa tão importante.
- Foi o tempo que eu perdi com a minha rosa... repetiu o principezinho, a fim de se lembrar.
- Os homens esqueceram essa verdade, disse a raposa. Mas tu não a deves esquecer. Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas. Tu és responsável pela rosa...
- Eu sou responsável pela minha rosa... repetiu o principezinho, a fim de se lembrar.
[Antoine de Saint-Exupéry - O Pequeno Príncipe - cap. 21]
;)
domingo, 10 de maio de 2009
O peso das coisas
Se tem um filme que eu sempre páro pra assistir (e deixem meu acento diferencial ali) quando vejo que está passando é "O diário de Bridget Jones". Acho sempre divertidíssimo, mesmo chegando ao ponto de eu saber as falas de algumas partes, e eu sempre tiro algo novo dele.
Comecei a assistir "O diário de Bridget Jones 2: no limite da razão" bem na cena em que ela está presa e recém tinha visto o Mark Darcy. Ao voltar pra cela, após um tratamento indiferente da parte dele, ela começa a falar como os homens são cruéis, insensíveis, monstros. Nisso, algumas tailandesas dão relatos de agressões sofridas por parte de seus companheiros, e ali a Bridget se dá por conta de quão boba foi, por levar demais em consideração pequenos "deslizes", como o fato dele dobrar as cuecas antes de dormir, ou não ter sentado ao seu lado em um jantar de gala.
Aí que está o X da questão: até que ponto não pensamos demais em coisas bobas e vivemos de menos?
Perdemos muito tempo pensando nas melhores ações, nas formas com que podemos não nos magoar e não magoar quem gostamos, nos caminhos que teriam sido trilhados caso algumas decisões fossem tomadas de forma diferente, nos estressando com bobagens diárias que poderiam ser tiradas de letra... Maldita racionalidade exacerbada que nos assola!
Sei que muito disso é reflexo do imenso medo que temos de sofrer nesse caminho todo, mas... Será que não tá na hora de começarmos a REALMENTE nos doarmos mais para as histórias que vivemos?
Comecei a assistir "O diário de Bridget Jones 2: no limite da razão" bem na cena em que ela está presa e recém tinha visto o Mark Darcy. Ao voltar pra cela, após um tratamento indiferente da parte dele, ela começa a falar como os homens são cruéis, insensíveis, monstros. Nisso, algumas tailandesas dão relatos de agressões sofridas por parte de seus companheiros, e ali a Bridget se dá por conta de quão boba foi, por levar demais em consideração pequenos "deslizes", como o fato dele dobrar as cuecas antes de dormir, ou não ter sentado ao seu lado em um jantar de gala.
Aí que está o X da questão: até que ponto não pensamos demais em coisas bobas e vivemos de menos?
Perdemos muito tempo pensando nas melhores ações, nas formas com que podemos não nos magoar e não magoar quem gostamos, nos caminhos que teriam sido trilhados caso algumas decisões fossem tomadas de forma diferente, nos estressando com bobagens diárias que poderiam ser tiradas de letra... Maldita racionalidade exacerbada que nos assola!
Sei que muito disso é reflexo do imenso medo que temos de sofrer nesse caminho todo, mas... Será que não tá na hora de começarmos a REALMENTE nos doarmos mais para as histórias que vivemos?
sexta-feira, 24 de abril de 2009
Cecília Meireles agora...
É preciso não esquecer nada
É preciso não esquecer nada:
nem a torneira aberta nem o fogo aceso,
nem o sorriso para os infelizes
nem a oração de cada instante.
É preciso não esquecer de ver a nova borboleta
nem o céu de sempre.
O que é preciso é esquecer o nosso rosto,
o nosso nome, o som da nossa voz, o ritmo do nosso pulso.
O que é preciso esquecer é o dia carregado de atos,
a idéia de recompensa e de glória.
O que é preciso é ser como se já não fôssemos,
vigiados pelos próprios olhos
severos conosco, pois o resto não nos pertence.
É preciso não esquecer nada:
nem a torneira aberta nem o fogo aceso,
nem o sorriso para os infelizes
nem a oração de cada instante.
É preciso não esquecer de ver a nova borboleta
nem o céu de sempre.
O que é preciso é esquecer o nosso rosto,
o nosso nome, o som da nossa voz, o ritmo do nosso pulso.
O que é preciso esquecer é o dia carregado de atos,
a idéia de recompensa e de glória.
O que é preciso é ser como se já não fôssemos,
vigiados pelos próprios olhos
severos conosco, pois o resto não nos pertence.
Olavo Bilac
Não estou num dia legal hoje. Uma mistura de dor de dente + noite mal dormida + carência + cabeça que pensa/problematiza demais me deixou tristonha. Tudo o que queria hoje é silêncio, colo e nada mais... Mas, volto pra realidade e aqui estou, sozinha em casa, ainda com as dores, o sono, a carência.
Com tudo isso, resolvo que tenho que fazer algo por mim, pois não posso ficar mal, não devo ficar mal: saio da cama, tomo mais um paracetamol 750mg, coloco uma música gostosa, entro no MSN e vou pro google procurar poemas do Olavo Bilac, que foi assunto entre eu e uma amiga via twitter na tarde. Achei dois poemas que refletem muito do que sinto, penso, creio, espero, enfim... Muito do que tenho vivido e do que também acredito. Por conta disso resolvi postá-los, em um dia que as palavras não sabem com tanta facilidade da minha boca e que não quero escrever um imenso texto sobre as coisas que tem, de alguma forma, me feito sofrer. Prefiro que Olavo Bilac fale aqui sobre amar do que eu sobre tristezas. Afinal... Tudo passa, até a uva passa! ;)
---------------------------------------------
Via Láctea
"Ora (direis) ouvir estrelas! Certo
Perdeste o senso"! E eu vos direi, no entanto,
Que, para ouvi-las, muita vez desperto
E abro as janelas, pálido de espanto...
E conversamos toda a noite, enquanto
A via láctea, como um pálio aberto,
Cintila. E, ao vir do sol, saudoso e em pranto,
Inda as procuro pelo céu deserto.
Direis agora! "Tresloucado amigo!
Que conversas com elas? Que sentido
Tem o que dizem, quando estão contigo?"
E eu vos direi: "Amai para entendê-las:
Pois só quem ama pode ter ouvido
Capaz de ouvir e de entender estrelas".
Olavo Bilac
---------------------------------------------
Ao coração que sofre, separado
Do teu, no exílio em que a chorar me vejo,
Não basta o afeto simples e sagrado
Com que das desventuras me protejo.
Não me basta saber que sou amado,
Nem só desejo o teu amor: desejo
Ter nos braços teu corpo delicado,
Ter na boca a doçura de teu beijo.
E as justas ambições que me consomem
Não me envergonham: pois maior baixeza
Não há que a terra pelo céu trocar;
E mais eleva o coração de um homem
Ser de homem sempre e, na maior pureza,
Ficar na terra e humanamente amar.
Olavo Bilac
---------------------------------------------
PS: Só não consigo melhorar de vez esse meu humor por conta dos autodesligamentos do computador.... Blé!!!
Com tudo isso, resolvo que tenho que fazer algo por mim, pois não posso ficar mal, não devo ficar mal: saio da cama, tomo mais um paracetamol 750mg, coloco uma música gostosa, entro no MSN e vou pro google procurar poemas do Olavo Bilac, que foi assunto entre eu e uma amiga via twitter na tarde. Achei dois poemas que refletem muito do que sinto, penso, creio, espero, enfim... Muito do que tenho vivido e do que também acredito. Por conta disso resolvi postá-los, em um dia que as palavras não sabem com tanta facilidade da minha boca e que não quero escrever um imenso texto sobre as coisas que tem, de alguma forma, me feito sofrer. Prefiro que Olavo Bilac fale aqui sobre amar do que eu sobre tristezas. Afinal... Tudo passa, até a uva passa! ;)
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Via Láctea
"Ora (direis) ouvir estrelas! Certo
Perdeste o senso"! E eu vos direi, no entanto,
Que, para ouvi-las, muita vez desperto
E abro as janelas, pálido de espanto...
E conversamos toda a noite, enquanto
A via láctea, como um pálio aberto,
Cintila. E, ao vir do sol, saudoso e em pranto,
Inda as procuro pelo céu deserto.
Direis agora! "Tresloucado amigo!
Que conversas com elas? Que sentido
Tem o que dizem, quando estão contigo?"
E eu vos direi: "Amai para entendê-las:
Pois só quem ama pode ter ouvido
Capaz de ouvir e de entender estrelas".
Olavo Bilac
---------------------------------------------
Ao coração que sofre, separado
Do teu, no exílio em que a chorar me vejo,
Não basta o afeto simples e sagrado
Com que das desventuras me protejo.
Não me basta saber que sou amado,
Nem só desejo o teu amor: desejo
Ter nos braços teu corpo delicado,
Ter na boca a doçura de teu beijo.
E as justas ambições que me consomem
Não me envergonham: pois maior baixeza
Não há que a terra pelo céu trocar;
E mais eleva o coração de um homem
Ser de homem sempre e, na maior pureza,
Ficar na terra e humanamente amar.
Olavo Bilac
---------------------------------------------
PS: Só não consigo melhorar de vez esse meu humor por conta dos autodesligamentos do computador.... Blé!!!
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