Se tem algo que amo é música e se tem algo que me complico toda pra falar com medo de errar também é música... Azar, ninguém lê este blog mesmo, posso devanear o quanto quiser! :D
Fico pensando no tempo em que era adolescente e comecei a me interessar por músicas fora do eixo Xuxa-Angélica-Mara Maravilha-eAfins. A minha principal fonte de busca era o rádio, onde ficava trocando de estação inúmeras vezes e tentando gravar com fita K7 as músicas preferidas... E como eu ODIAVA quando as rádios colocavam propagandas no meio das faixas! Lá se ia o trabalho de horas! Como ouvia mais coisas desta fonte, tive minhas fases complicadas musicalmente.... Que atire a primeira pedra quem nunca teve uma fase BAPHO quando se trata de música!! Bem me lembro que tive meu período pagodeira na 6ª série e depois consegui fugir com pop rock nacional e os Beatles /Elvis que muito ouvia a partir dos meus pais na infância, mas alguns bons cidadãos se perderam pelo caminho... hahahahaha.
Quando entrei na faculdade no ano 2000 é que passei a utilizar, e muito, algo que ainda não era tão comum entre as rodas em que eu circulava: a internet. Inicialmente usava o Kazaa, que enchia o meu computador com mp3's de músicas velhas conhecidas e vírus... Depois, surge o Soulseek e com isso uma bela ressignificação do que eu entendia por sons que me agradavam! A possibilidade maior de troca entre os usuários gerada nesse P2P fez com que eu me aproximasse de pessoas com gostos musicais diversos, que sempre me mandavam algo que nunca imaginaria ouvir (falou agora a antiga usuária da sala Indie Brasil... Medo!). Como o uso do Soulseek era amplo entre os DJ's (bizarramente tb uma categoria muito avacalhada dentro deste programa), acabava me comunicando com alguns que me apresentaram à música eletrônica. Neeeeste ponto é que, para mim, começa a complicação!
A peregrinação por músicas parou de acontecer pelo Soulseek, e passou cada vez mais para blogs especializados no assunto. Quando iniciei, ouvia drum n'bass... Atualmente este estilo, ao menos para mim, caiu no esquecimento... Electrorock, Electropop, House, Deep House, House Tropical, Electro House, Tribal, Electro funk e MUITAS outras variáveis que fazem tudo soar tão diferente (e ainda tem quem ache que é tudo a mesma coisa OU no fim é tudo a mesma coisa mesmo e eu que me iludo...) me confudem! Sei das coisas que curto, que me agradam os ouvidos, mas não consigo colocar "rótulos"! Tudo era mais fácil lá no tempo da fita k7 onde a coisa era OU pop OU rock OU dance OU não prestava!
Muito destas diferentes formas de manifestações da música na atualidade se devem à propagação das faixas via internet. O fato de não haver uma gravadora sugando os artistas no meio do processo todo potencializou o surgimento de muitos caras ótimos na cena independente (tá, muita merda tb) e que possuem a possibilidade de divulgação de suas tracks sem intermédio de terceiros. Em um mundo cheio de artistas, remixes e processos criativos diversos é que o documentário We.Music se desdobra.
Poutz, se só o trailer me fez viajar assim, imagina quando eu assistir todo! =S
Fico pensando no tempo em que era adolescente e comecei a me interessar por músicas fora do eixo Xuxa-Angélica-Mara Maravilha-eAfins. A minha principal fonte de busca era o rádio, onde ficava trocando de estação inúmeras vezes e tentando gravar com fita K7 as músicas preferidas... E como eu ODIAVA quando as rádios colocavam propagandas no meio das faixas! Lá se ia o trabalho de horas! Como ouvia mais coisas desta fonte, tive minhas fases complicadas musicalmente.... Que atire a primeira pedra quem nunca teve uma fase BAPHO quando se trata de música!! Bem me lembro que tive meu período pagodeira na 6ª série e depois consegui fugir com pop rock nacional e os Beatles /Elvis que muito ouvia a partir dos meus pais na infância, mas alguns bons cidadãos se perderam pelo caminho... hahahahaha.
Quando entrei na faculdade no ano 2000 é que passei a utilizar, e muito, algo que ainda não era tão comum entre as rodas em que eu circulava: a internet. Inicialmente usava o Kazaa, que enchia o meu computador com mp3's de músicas velhas conhecidas e vírus... Depois, surge o Soulseek e com isso uma bela ressignificação do que eu entendia por sons que me agradavam! A possibilidade maior de troca entre os usuários gerada nesse P2P fez com que eu me aproximasse de pessoas com gostos musicais diversos, que sempre me mandavam algo que nunca imaginaria ouvir (falou agora a antiga usuária da sala Indie Brasil... Medo!). Como o uso do Soulseek era amplo entre os DJ's (bizarramente tb uma categoria muito avacalhada dentro deste programa), acabava me comunicando com alguns que me apresentaram à música eletrônica. Neeeeste ponto é que, para mim, começa a complicação!
A peregrinação por músicas parou de acontecer pelo Soulseek, e passou cada vez mais para blogs especializados no assunto. Quando iniciei, ouvia drum n'bass... Atualmente este estilo, ao menos para mim, caiu no esquecimento... Electrorock, Electropop, House, Deep House, House Tropical, Electro House, Tribal, Electro funk e MUITAS outras variáveis que fazem tudo soar tão diferente (e ainda tem quem ache que é tudo a mesma coisa OU no fim é tudo a mesma coisa mesmo e eu que me iludo...) me confudem! Sei das coisas que curto, que me agradam os ouvidos, mas não consigo colocar "rótulos"! Tudo era mais fácil lá no tempo da fita k7 onde a coisa era OU pop OU rock OU dance OU não prestava!
Muito destas diferentes formas de manifestações da música na atualidade se devem à propagação das faixas via internet. O fato de não haver uma gravadora sugando os artistas no meio do processo todo potencializou o surgimento de muitos caras ótimos na cena independente (tá, muita merda tb) e que possuem a possibilidade de divulgação de suas tracks sem intermédio de terceiros. Em um mundo cheio de artistas, remixes e processos criativos diversos é que o documentário We.Music se desdobra.
Poutz, se só o trailer me fez viajar assim, imagina quando eu assistir todo! =S

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