sexta-feira, 22 de maio de 2009

Devaneios sobre a solidão (título by Lu)

Carolina diz (21:41):
e, se te consola, já muito me indaguei sobre a vida de um peixe
hahahaahhaahahaha
lu diz (21:41):
ahahah
ufa
nao sou so eu!
rsrsrs
Carolina diz (21:41):
não mesmo
tu acha que não penso pq um ser passa a vida num aquário?
Carolina diz (21:42):
pior é que ele não é um peixe de convívio em grupo
um macho mata o outro
lu diz (21:42):
pois é, isso que acho mais bizarro
e nao fica chateado de ficar sozinho
rsrsr
Carolina diz (21:44):
psé
mas talvez seja até pra nos ensinar que nessa vida sempre estamos sozinhos, por mais gente que tenhamos ao redor
Carolina diz (21:45):
os conflitos sao nossos, não dos outros
ou a gente se "suporta" na solidão, ou as coisas perdem o sentido
nossa
fui profunda again
hahahahahahaah
lu diz (21:47):
nossa
leu num livro?
rsrsrs
mas é bem verdade isso mesmo.
se a gente consegue ficar em silencio com a gente mesmo, sem fugas, que bom, pq dai sim está tudo bem

Carolina diz (21:48):
psé... quanto mais a gente corre do nosso rabo, mais o alcançamos
e o peixe tá ali...
paradinho
solito
na dele
na boa
em paz
por mais bizarra que a solidão nos pareça
pq nos acostumamos com o outro no entorno
que temos que ter o outro pra sermos felizes
Carolina diz (21:49):
que só existe felicidade sem solidão
e não equilibramos as coisas...
não nos ligamos que os dois lados são demais necessários
lu diz (21:50):
puxa carol
isso da um post
rsrsrsrs
lu diz (21:51):
Devaneios sobre a solidão
By Carol
rsrs
Carolina diz (21:51):
hauhauhauahauahauahauahua
tá, vou colar a coisa na íntegra no meu blog
HAUAHUAHAUAHAUAH


[Post rápido com a promessa de que farei um texto mais bonitinho... Mas é que esse livro sobre a construção do corpo a partir do surgimento da Ginástica Francesa no século XIX só me olha! haahahahha!]

domingo, 17 de maio de 2009



E voltou, então, à raposa:

- Adeus, disse ele...

- Adeus, disse a raposa. Eis o meu segredo. É muito simples: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível para os olhos.

- O essencial é invisível para os olhos, repetiu o principezinho, a fim de se lembrar.

- Foi o tempo que perdeste com tua rosa que fez tua rosa tão importante.

- Foi o tempo que eu perdi com a minha rosa... repetiu o principezinho, a fim de se lembrar.

- Os homens esqueceram essa verdade, disse a raposa. Mas tu não a deves esquecer. Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas. Tu és responsável pela rosa...

- Eu sou responsável pela minha rosa... repetiu o principezinho, a fim de se lembrar.



[Antoine de Saint-Exupéry - O Pequeno Príncipe - cap. 21]

;)

domingo, 10 de maio de 2009

O peso das coisas

Se tem um filme que eu sempre páro pra assistir (e deixem meu acento diferencial ali) quando vejo que está passando é "O diário de Bridget Jones". Acho sempre divertidíssimo, mesmo chegando ao ponto de eu saber as falas de algumas partes, e eu sempre tiro algo novo dele.

Comecei a assistir "O diário de Bridget Jones 2: no limite da razão" bem na cena em que ela está presa e recém tinha visto o Mark Darcy. Ao voltar pra cela, após um tratamento indiferente da parte dele, ela começa a falar como os homens são cruéis, insensíveis, monstros. Nisso, algumas tailandesas dão relatos de agressões sofridas por parte de seus companheiros, e ali a Bridget se dá por conta de quão boba foi, por levar demais em consideração pequenos "deslizes", como o fato dele dobrar as cuecas antes de dormir, ou não ter sentado ao seu lado em um jantar de gala.

Aí que está o X da questão: até que ponto não pensamos demais em coisas bobas e vivemos de menos?

Perdemos muito tempo pensando nas melhores ações, nas formas com que podemos não nos magoar e não magoar quem gostamos, nos caminhos que teriam sido trilhados caso algumas decisões fossem tomadas de forma diferente, nos estressando com bobagens diárias que poderiam ser tiradas de letra... Maldita racionalidade exacerbada que nos assola!

Sei que muito disso é reflexo do imenso medo que temos de sofrer nesse caminho todo, mas... Será que não tá na hora de começarmos a REALMENTE nos doarmos mais para as histórias que vivemos?
 

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